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Lisboa: CDS exige solução para a UITI

Na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa, a realizar amanhã, os deputados municipais do CDS apresentam uma recomendação a exigir que o executivo camarário cumpra com o acordado com a direcção da UITI – Universidade Internacional para a Terceira Idade.

A UITI existe desde 1971 e a sua actividade é reconhecida a nível internacional, sediada em edifício municipal no Chiado, na Rua das Flores, 79 a 97. Em 2017 e face à necessidade de proceder a obras de reabilitação e conservação do edifício, parcialmente ocupado por uma associação de bombeiros, data em que a Fundação assinou um acordo com o então vereador Manuel Salgado para a execução das obras, o garante do regresso aquele espaço e instalação provisória em edifício municipal em Arroios.

Desde então, a CML tem prometido a entrega das chaves da Rua das Flores pelo menos, 6 vezes entre novembro de 2017 e abril de 2020. Nesse período, a UITI passou a poder usar apenas um dos 2 pisos a si atribuídos em Arroios.

Diogo Moura, líder da bancada municipal do CDS, não compreende a ausência de cumprimento do acordo por parte da CML e os sucessivos atrasos na entrega do imóvel sem qualquer explicação, o que leva à incerteza na preparação do próximo ano lectivo e deixa suspensas as vidas de muitas centenas de alunos e professores, num projecto pedagógico, ocupativo e essencialmente social.

Assim, o CDS propõe que o executivo de Fernando Medina se comprometa com informação sobre o ponto de situação das obras, data de conclusão e de entrega do imóvel à UITI, a par da assinatura de protocolo que assegure os direitos e obrigações de ambas as partes para os próximos anos.

“A CML não pode colocar em risco um projecto meritório, reconhecido internacionalmente e que tem sido uma resposta social, educativa e pedagógica para mais de 10.000 pessoas ao longo de décadas e que tem gerado projectos análogos por todo o País”

O CDS apresenta, ainda, uma recomendação a solicitar o levantamento dos tempos do sistema semafórico para peões, face ao estudo publicado que dá nota do incumprimento dos tempos mínimos de atravessamento previstos na Lei das Acessibilidades (Lei 136/2006).

Ver texto aqui: https://www.am-lisboa.pt/302000/1/014323,000419/index.htm

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