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Dados, Medina e as desculpas supérfluas – Diogo Moura

Dados, Medina e as desculpas supérfluas
Na sessão de hoje da Assembleia Municipal, foi rejeitado um voto de protesto apresentado pelo CDS, PSD, MPT e PPM sobre o caso que envolve o acesso de terceiros a dados pessoais de manifestantes às entidades visadas. Não é um problema de agora, Medina sabia desde 2019 e as justificações atabalhoadas adensam a preocupação generalizada sobre a violação da lei de proteção de dados pela CML.
Convido a ouvirem a intervenção mas destacamos o final, em que o líder da bancada municipal do CDS Diogo Moura termina recordando as palavras que Fernando Medina proferiu há dias:
“Disse ele que sabe muito bem de onde isto vem, mas, para se ser Presidente da CML tem de se ganhar eleições. Nós também sabemos de onde isto vem. Vem da delação! Vem da violação da Constituição da República Portuguesa. Do desrespeito da Convenção de Genebra, do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia e da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia. Vem do incumprimento da Declaração Universal dos Direitos do Homem pela entidade que V. Exa. preside. E não basta ganhar as eleições. Também tem de se exercer o cargo democraticamente dentro da legalidade e protegendo os cidadãos. Coisa que Fernando Medina não fez. Limitou-se a pedido de desculpas, um acto vazio e sem significado político, que não disfarça a incompetência, não dá dignidade ao cargo, nem devolve a segurança aos cidadãos que se sentem ameaçados.
A CML abusou da lei, raiou o crime. E o seu máximo responsável acha que não tem nada a ver com o assunto e recusa-se a tirar consequências políticas. Estamos perante mais um caso de impunidade e irresponsabilidade socialista. Depois dos infames titulares do MAI deste governo, Medina é o último beneficiário deste estado de indulgência e cumplicidades que arrastam a política para o lodo e o descrédito.”

AML de 15 junho 2021

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